Por felipe.martins

Rio - A bagunça dos acordos políticos ocorrida nos estados complicou de vez a vida do eleitor. No Rio, quem quiser votar em deputados federais do PT para reforçar a base de apoio de Dilma Rousseff em seu eventual segundo governo ajudará a eleger candidatos do PSB, partido que hoje faz oposição à presidenta e lançou Eduardo Campos ao Planalto.Isto porque o PT, o PSB e o PCdoB se coligaram para a disputa de vagas na Câmara dos Deputados e concorrem como se fossem apenas um partido: o voto em um deles ajuda o outro.

Inimigo íntimo

Para o Senado, Lindberg Farias defende Romário (PSB), que critica Dilma.

Saco de gatos

O voto em um deputado federal dilmista do PMDB será útil também para candidatos que apoiam Aécio Neves. Na eleição para a Câmara, peemedebistas estão coligados ao PP, PSD, PSC e PTB. Nacionalmente, os dois primeiros partidos apoiam Dilma, mas, no Rio, estão com Aécio. A lista do PP inclui Jair Bolsonaro.

Um por todos
O sistema de eleição de deputados no Brasil soma os votos dados aos candidatos de um partido ou coligação. Assim, ao votar numa pessoa, o eleitor reforça o balaio dos companheiros de legenda de seu escolhido. É que, em tese, integrantes de um mesmo partido deveriam ter ideias parecidas.

Presentão

Criado em 22 de maio, o Consórcio Mais Saúde ganhou, no dia seguinte, o direito de executar, por três meses, serviços numa UPA da Prefeitura de Teresópolis. Pelo trabalho, obtido sem licitação, receberá R$ 4, 235 milhões. O deputado Nilton Salomão (PT) frisa que o CNPJ do Mais Saúde diz que suas especialidades são limpeza, toalheiro e fornecimento de alimentos.

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