Efeito Marina

A pressão exercida pela candidatura fez o PT colocar seu bloco nas ruas do estado

Por O Dia

Rio - A pressão exercida pela candidatura de Marina Silva (PSB) fez o PT, enfim, colocar o seu bloco nas ruas do estado. Hoje começará um movimento de distribuição de material de Dilma Rousseff.

Os petistas querem também fazer com que Lindberg Farias se engaje na campanha de reeleição da presidenta — no debate da Band, ele sequer a citou. Ontem foi acertado que, na primeira quinzena de setembro, Dilma e o candidato do PT ao Palácio Guanabara farão um comício na Central do Brasil.

Goleada

No PT, muitos dizem que Lindberg erra ao não ligar seu nome ao de Dilma: segundo a última pesquisa do Ibope, ela, no estado, tem 38% das intenções de voto; ele, apenas 12%.

Ignorada

O nome de Dilma sequer aparece na capa do site de Lindberg, que andou se queixando da troca de carinhos entre ela e Pezão.

Estratégia

O PT vai começar a bater em Marina. Insistirá que ela não tem propostas.

Carona marineira

Já os candidatos a deputado pelo PSB tentarão surfar na popularidade de Marina. Querem que ela grave mensagem pedindo voto no 40, número do partido. Afinal, se for eleita, precisará de uma bancada forte na Câmara.

Na pressão

O Psol aperta o cerco contra a deputada Janira Rocha. Candidatos ligados a ela também não deverão ganhar espaço na TV.

Grades no Maracanã

Em setembro, grades fixas começarão a ser colocadas nos anéis externos do Maracanã. Fabricadas pela Belgo Cercas Manchester, vão substituir as barreiras móveis utilizadas para isolar setores do estádio. Tudo para evitar o encontro de torcidas.

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