Vale tudo

Na hora de pedir votos, ninguém é de ninguém

Por O Dia

Rio - Ao detectar o que classificou de “bacanal eleitoral” — referência a alianças entre adversários políticos —, o deputado Alfredo Sirkis (PSB) não poderia imaginar que, na campanha, a farra seria ainda maior. Na hora de pedir votos, ninguém é de ninguém.

Pezão reclamou que o PSD não incluiu seu nome no horário de TV. Panfletos de uma dobradinha de Indio da Costa, presidente regional do partido, com Daniel Mofacto (PHS) não citam o candidato do PMDB ao governo nem Cesar Maia (DEM), que tenta o Senado.

Qual é a música?

Em tese, Iranildo Campos (PSD) e Walney Rocha (PTB), candidatos a vagas de deputado, apoiam Pezão. Mas, outro dia, desfilaram em Petrópolis num carro que tocava jingle de Garotinho.

De quem é o grito?

Cabos eleitorais de Dilma que caminhavam ontem pela Central gritavam slogan que parecia de Marina Silva ou Aécio: “É hora de mudar”, diziam.

DIlmamóvel

O PT diz que Lula virá ao Rio dar um gás à campanha de Lindberg Farias. O comício com Dilma na Central foi trocado por uma carreata na Zona Oeste. O evento foi marcado para o dia 14, um domingo. Agora, o partido tenta antecipá-lo para a próxima segunda.

Na campanha

O delegado José Renato Nascimento Torres já faz campanha para virar chefe da Polícia Civil. Ele foi subchefe na gestão Álvaro Lins, durante o governo Rosinha. Torres está lotado no Tribunal de Contas do Município.

Samba e choro

Ary Barroso e Zequinha de Abreu estão no repertório que a Orquestra Juvenil da Bahia apresentará, a partir de hoje, no Festival de Música Clássica de Montreux-Vevey, Suíça.

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