Por bferreira

Rio - Um segundo turno entre Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB) provocará uma outra divisão no PMDB-RJ — desta vez, entre os que haviam optado por Aécio Neves (PSDB). Sérgio Cabral, que na semana passada jantou com o senador mineiro, deverá refazer suas ligações com os petistas.

Presidente do PMDB estadual e líder da dissidência pró-Aécio, Jorge Picciani tende a adotar uma posição pública de neutralidade. Mas seu filho Leonardo, deputado federal, deverá engrossar a rede de Marina.

Oposição
Ao negar o apoio a Dilma, Leonardo se uniria a outros peemedebistas contrários à atual direção nacional do partido.

Lá vem a noiva
Num intervalo do debate da Record, a deputada Clarissa Garotinho soltou a declaração mais impactante da noite. “Eu quero me casar, mas ninguém aguenta o meu ritmo.”

O voto maridão
Levantamentos encomendados pelo PMDB indicam o poder das máquinas partidárias. Três candidatas casadas com prefeitos do estado devem conquistar vagas na Assembleia Legislativa.

Sem câmeras
Liminar do Órgão Especial do Tribunal de Justiça suspendeu a lei que obriga estacionamentos a instalar equipamentos de vídeo para registrar a movimentação dos carros.

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