Por thiago.antunes

Rio - O PT vai brigar para tentar impedir que o PMDB volte a acumular as presidências da Câmara dos Deputados e do Senado. Por conta de um acordo com os petistas, peemedebistas dominam as duas casas do Congresso Nacional desde o ano passado.

Segundo Rui Falcão, presidente do PT, o partido se empenhará para que a situação não se repita em um novo governo Dilma Rousseff. Ele, que veio ao Rio para o debate da Globo, diz, porém, que a bancada petista na Câmara deverá ser menor que a atual (88 deputados).

Opção

Falcão evitou dizer se preferia enfrentar Marina Silva ou Aécio Neves no segundo turno. Mas ressaltou que o PT já está acostumado a enfrentar o PSDB.

O companheiro

Aécio entrou no cenário do debate acompanhado de Fernando Henrique Cardoso. Na plateia, o ex-presidente ficou ao lado de Ronaldo Fenômeno.

Alvinegros

Antes do debate, o ministro Moreira Franco revelou que ligara para Carlos Augusto Montenegro, do Ibope. Não tratou de pesquisas eleitorais: manifestou preocupação com o futuro de seu time, o Botafogo. Montenegro já presidiu o clube.

Barraco

Pedro Ivo, da campanha de Marina, não gostou quando petistas na plateia vaiaram a candidata do PSB — ela desrespeitara o regulamento ao tentar responder a uma tréplica de Dilma. Ivo virou-se para Miguel Rossetto, do PT, e ameaçou: “Se vocês não calarem a boca, nós vamos falar também.”

Gaúcha por um dia

Detalhe que chamou atenção de um experiente político. Ao debater com Luciana Genro, Marina, que costuma usar o “você” nos diálogos com adversários, desandou a falar o pronome “tu” que caracteriza a fala da gaúcha.

O pioneiro

No fim do debate, marineiros se mostravam decepcionados. Lamentavam que, no primeiro bloco, Aécio tenha tido a chance de perguntar para Dilma e, assim, marcar posição contra ela.

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