Campanha de Pezão tenta evitar que Crivella vire voto alternativo ao PMDB

A vinculação de Crivella com a Igreja Universal procura também atrair os católicos e acenar para evangélicos que têm diferenças com a denominação fundada por Edir Macedo

Por O Dia

Rio - A decisão da campanha de Pezão de bater pesado em Marcelo Crivella logo no início do segundo turno tem o objetivo de evitar que o adversário se transforme numa alternativa para os que não aceitam votar no PMDB. Os ataques querem que o eleitor que rejeita o grupo de Sérgio Cabral sinta-se sem opção e opte pelo voto nulo.

A vinculação de Crivella com a Igreja Universal procura também atrair os católicos e acenar para evangélicos que têm diferenças com a denominação fundada por Edir Macedo.

Ataque cuidadoso

A opção de atacar a Universal foi feita depois de pesquisas qualitativas. Havia o temor de que outros evangélicos ficassem solidários a Crivella.

Briga com a Record

Pezão é dúvida para o debate de domingo, na Record. Sua campanha tem reclamado da emissora e protocolou queixa na Justiça Eleitoral. Afirma também que pastores da Universal têm feito propaganda de Crivella em horários comprados na CNT.

Dois de Dilma

Pezão e Crivella se revezarão ao lado de Dilma no sábado, quando ela virá ao estado. Estará com o candidato do PRB em São Gonçalo e com o do PMDB na Zona Oeste.

Oposição unida

Depois de conseguir o apoio de Marina Silva, o próximo passo do PSDB será promover um evento em que ela aparecerá ao lado de Aécio Neves. Marina topou aparecer ao lado do tucano: a imagem dos dois juntos é considerada fundamental pela campanha do senador mineiro.

Devolução

A Comissão da Verdade de Juiz de Fora encontrou na Justiça Militar documentos de 32 ex-presos políticos, entre eles, Dilma. O material será entregue aos ex-acusados.

Juiz Moro perdeu na Justiça

Juiz que cuida do processo de corrupção da Petrobras, Sérgio Moro, há dois anos, comprou briga com a Universidade Federal do Parará, onde é professor. Chamado para atuar por um outro semestre como juiz instrutor no Supremo Tribunal Federal, ele queria dar suas três aulas semanais às sextas, único dia da semana que passaria em Curitiba. Por conta de normas internas, a UFPR negou o pedido. Apesar de ter contrato para trabalhar na universidade por 20 horas semanais, Moro foi à Justiça: derrotado em duas instâncias, desistiu da ação.



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