Por thiago.antunes

Rio - Se depender de Adilson Pires (PT), a disputa pela prefeitura em 2016 terá dois candidatos da situação: ele próprio e o que vier a ser indicado pelo PMDB de Eduardo Paes. Vice-prefeito e secretário de Desenvolvimento Social, Pires ressalta que, como integrante do governo, não poderia se apresentar como um adversário do atual prefeito.

Ele também foi líder do governo na Câmara Municipal na primeira gestão de Paes. “O melhor seria se eu fosse o único candidato”, diz, referindo-se a um eventual acordo com o PMDB.

A oposição do PT

Mas alguns setores do PT querem o rompimento imediato com Paes. Entre os que defendem o fim da aliança está Washington Quaquá, presidente do partido no estado.

Aliados desconfiados

Ontem, em encontro com Dilma Rousseff, senadores e deputados do PSD prometeram apoiá-la. Mas, nos bastidores, muitos comentavam que analisariam com cuidado propostas como a de reforma política.

Fusão? Não, obrigado

Boa parte da bancada do Pros na Câmara dos Deputados não gostou nem um pouco da proposta de fusão com outros partidos feita por um correligionário poderoso, o governador do Ceará, Cid Gomes. Muitos deputados acharam melhor ignorar a ideia.

Paz com tráfico

Em seis meses de trabalho, a ouvidoria das UPPs registrou 486 denúncias. A maioria delas foi relativa à permanência do tráfico em áreas de favelas ocupadas pela polícia.

Ai que calor!

A Assembleia Legislativa vota hoje projeto do deputado Marcos Soares (PR) que permite aos servidores estaduais usar bermudas no trabalho durante o verão.

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