Atriz do seriado 'Pé na Cova' relata tentativa de assalto no Leblon

Karina Marthin por pouco não foi asfixiada por suspeito que, segundo ela, aparentava estar sob efeito de drogas

Por O Dia

Rio - Um dia após voltar de Nova York, nos Estados Unidos, a atriz Karina Marthin, de 38 anos, denunciou através das redes sociais a violência no Leblon, na Zona Sul do Rio. Ela, que interpretou Giussandra, uma das gêmeas do seriado “Pé na cova”, sofreu uma tentativa de assalto na noite de segunda-feira, em frente ao Shopping Leblon. A vítima teve arranhões no pescoço e braço, e por pouco não foi asfixiada por um suspeito que, segundo Karina. aparentava estar sob efeito de drogas. Esse é o segundo assalto sofrido em pouco mais de um mês no bairro.

Atriz Karina Marthin foi asfixiada por ladrões durante tentativa de assaltoReprodução Internet

Ainda assustada, a atriz preferiu não registrar queixa na delegacia da área, que fica próximo de onde foi atacada. “Inacreditável. Há um mês fui assaltada no Leblon, viajei para os Estados Unidos, voltei no domingo e na segunda sou vítima de novo?”, indagou Karina, que irritada, pensa em morar em definitivo em Nova York ou em algum país europeu. “Já morei no Canadá, Inglaterra, Estados Unidos e Itália, lá podemos viver uma vida melhor”, acredita.

De acordo Karina, o assaltante, que aparentava ter 20 anos, não se contentou apenas em roubar sua bolsa. “Após conseguir pegar a bolsa, apertou meu pescoço. Corri e bati com a cabeça no chão após uma queda. Por sorte, um taxista viu a cena e o agrediu e recuperou a bolsa. Se não fosse ele, estaria morta, pois o bandido estava louco para me matar. Esse taxista é um herói”, lembra a vítima, que não sabe o nome do motorista.

A atriz foi atacada quando seguia para um salão de beleza, onde iria fazer uma sessão de acupuntura. “Prestar queixa é perda de tempo. Próximo de onde fui assaltada não havia uma viatura da Polícia Militar”, reclamou Karina.

Questionada sobre a segurança no bairro, a assessoria da PM informou em nota, que, de acordo com o comando do 23º BPM (Leblon) já existe policiamento no local e será mantido. “É importante a vitima registrar o crime na DP para nortear novas ações policiais”, diz a nota. Indagada sobre uma investigação do caso, a assessoria da Polícia Civil disse que ‘dependia da representação da vítima’.

Karina e Karin Hills vivem as irmãs 'cachorras quentes' em 'Pé na cova'Divulgação