Por thiago.antunes
Rio - Até a direção nacional do PDT tentou convencer o deputado Felipe Peixoto, filiado ao partido, a não aceitar o convite de Pezão para assumir a Secretaria de Saúde.
Um pedetista conta que o presidente da legenda, Carlos Lupi, foi enfático. Disse a Peixoto que secretários de Saúde nunca deixam o cargo aplaudidos: saem vaiados ou presos. Mas não adiantou. Pezão insiste em nomear o deputado, advogado e administrador de empresas. Confia em sua capacidade de gestão e no fato de ele não ter vínculos com os médicos.
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Bola fora
Sérgio Cabral também tentou barrar a indicação de Peixoto, mas, pelo menos até agora, não conseguiu nada.
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Pescaria
O PP deverá herdar a Secretaria de Desenvolvimento Regional e Pesca, que já foi de Peixoto.
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Chapéu na mão
Pezão passou o dia de ontem em Brasília. Foi tentar conseguir emendas ao orçamento que garantam verbas para a construção de um hospital na Baixada e de ligação entre o Arco Metropolitano e a Avenida Brasil na altura de Seropédica. “Voltei a ser prefeito”, desabafou.
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Desistência
Ontem, num jantar com deputados, Paulo Melo formalizou o que todo mundo sabia: não tentará ser reeleito presidente da Alerj. Ele agora quer ser conselheiro do TCE.
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Expresso 222
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Em reunião ontem, os deputados federais do PMDB insistiram na fórmula 2-2-2 para indicar nomes do partido que integrarão o novo ministério de Dilma Rousseff. Querem que dois nomes sejam propostos pela direção peemedebista, dois saiam da bancada do Senado e dois da representação na Câmara dos Deputados. E olha que não há qualquer garantia de que haverá seis cargos.
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