Secretaria Estadual de Saúde, na última hora, conseguiu liberação de R$ 193 mi

Dinheiro tem o objetivo de quitar despesas emergenciais, mas novo secretário, Felipe Peixoto, precisa efetuar pagamentos que somam R$ 700 milhões

Por O Dia

Rio - A Secretaria Estadual de Saúde conseguiu, no último dia útil de 2014, a liberação de R$ 193 milhões para quitar algumas despesas emergenciais. Mas Felipe Peixoto, novo secretário da pasta, começa o ano com a obrigação de efetuar pagamentos que somam R$ 700 milhões.

O dinheiro entregue pela Secretaria de Fazenda foi usado, principalmente, para regularizar a situação de terceirizados, como médicos e enfermeiros contratados por organizações sociais que prestam serviços ao estado.

Correria
Como a liberação da verba ocorreu no início da tarde de terça, os técnicos da secretaria tiveram uma hora e meia para efetuar os pagamentos.

Dureza
Ainda há muita gente na fila. Médicos de cooperativas estão com dois meses de salários atrasados.

Crise
Em 2014, a queda na arrecadação reduziu, de R$ 4,5 bilhões para R$ 4 bilhões, o total de transferências obrigatórias para a saúde.

Ajuda
Presidente do Tribunal de Contas do Estado, Jonas Lopes deu uma mãozinha para Pezão. Devolveu para o governo R$ 13 milhões que foram economizados ao longo de 2014.

O pato
Washington Quaquá, presidente do PT-RJ, ironiza o fato de o diretório regional do partido não ter feito nenhum ministro no novo governo Dilma Rousseff: “Por conta do meu sobrenome, virei o patinho feio do PT.”

Série B
O PT-RJ luta agora pelo segundo escalão. Há um lobby para levar Morgana Eneile à presidência da Funarte. Ex-assessora do Ministério da Cultura, ela trabalha com o deputado Zaqueu Teixeira.

Ônibus: Risco de outro aumento

Um novo aumento da passagem de ônibus em 2015 não pode ser descartado. É que no meio do ano haverá uma revisão do contrato entre a prefeitura e as concessionárias — a avaliação tem que ocorrer a cada cinco anos. Empresários do setor dizem que há custos que não entram no cálculo da atual tarifa.

Eduardo Paes, porém, quer que a produtividade das empresas passe a fazer parte da fórmula que determina os reajustes. Para ele, o repasse automático de despesas estimula a ineficiência.


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