Por nicolas.satriano
Rio - Nova secretária da Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Ivana Bentes, em 2013, estimulou um protesto — o Grito da Liberdade — cujo manifesto responsabilizava, entre outros, Dilma Rousseff, “pelos atos criminosos contra a sociedade”. O Grito era contra a repressão a ativistas.
Entre as 20 pessoas citadas estavam o ministro José Eduardo Cardozo (Justiça), Sérgio Cabral e Eduardo Paes. Em 29 de outubro, Ivana postou no Facebook link para o texto, que reivindicava anistia aos “presos políticos”. 
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O grito da ECO
No dia seguinte, Ivana divulgou a lista de apoiadores do ato e incentivou novas adesões: “Grite seu apoio”, escreveu. Entre as instituições estava a Escola de Comunicação da UFRJ, que ela dirigia.
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Conspiração
Na semana anterior, Ivana participara, ao lado da ativista Sininho, de ato em que declarava a ECO aberta aos “ativistas e midiativistas para se organizarem, para conspirarem”.
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Todos iguais
Em outro texto, Ivana disse que era “ inútil e simplista dividir os manifestantes entre ‘vândalos’, ‘mascarados’ e os manifestantes pacíficos”. “Se gritam é uma dor que dói”, concluiu.
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Ensaio técnico 1
Presidente da Imperatriz, o bicheiro Luizinho Drumond foi ao Sambódromo acompanhar o ensaio do Império Serrano. O que se diz no mundo do samba é que ele tem dado uma forcinha à escola.
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Ensaio técnico 2
Ladrões de celulares agiram livremente na área de armação das escolas. Não havia PMs por perto.
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Deve achar normal
É assustadora a frieza demonstrada pelo PM Márcio Watterlor ao constatar que matara a jovem Haíssa Motta.
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