Caso Haíssa: PMs envolvidos em morte ganham habeas corpus

Policiais podem ser soltos a qualquer momento. Decisão da 4ª Câmara Criminal foi unânime

Por O Dia

Rio - Os policiais militares Marcio José Watterlor Alves e Delviro Anderson Moreira Ferreira, presos preventivamente em janeiro pela morte de Haíssa Vargas Motta, 22 anos, na madrugada do dia 2 de agosto de 2014, em Nilópolis, na Baixada Fluminense, tiveram habeas corpus concedido pela Justiça nesta quarta-feira. Os desembargadores da 4ª Câmara Criminal decidiram pela soltura dos PMs de forma unânime. Eles podem ser libertados a qualquer momento.

Haissa Vargas Motta%2C de 22 anos%2C morreu após perseguição no dia 2 de agosto de 2014, em Nilópolis%2C na Baixada FluminenseReprodução Facebook

Os PMs, lotados no 41º BPM (Irajá), estão presos, desde o dia 15 de janeiro, na Unidade Prisional, em Benfica, na Zona Norte do Rio. Os dois podem responder ainda por outros crimes. Na ocasião, o Ministério Público do Rio solicitou que os suspeitos sejam denunciados ainda por tentativa de homicídio das outras quatro pessoas que estavam no veículo.

Marcio, autor do disparo que atingiu Haíssa, e Delviro, que conduzia a viatura, respondem por homicídio duplamente qualificado (motivo fútil e recurso que dificulta ou impossibilita a defesa). Imagens das câmeras da viatura mostraram a perseguição ao carro onde estava a jovem com seus amigos.


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