Por nicolas.satriano

Rio - Os dois policiais militares que afirmaram em depoimento ter efetuado disparos com fuzis na direção de bandidos, na troca de tiros que resultou na morte do menino Eduardo de Jesus, chegaram à Divisão de Homicídios (DH) da capital para prestar esclarecimentos. A dupla dupla entrou junto com respectivos advogados, tentaram esconder os rostos e serão ouvidos pelos agentes. Ambos seguem de licença médica para tratamento psicológico, renovada por mais oito dias.

Três PMs prestaram depoimento no final da noite desta terça-feira. Segundo o advogado dos policiais Rafael Calheiros, não houve confissão de que o tiro possa ter atingido Eduardo.

"Não há confissão de que o tiro possa ter atingido o menino. Quem vai dizer isso é a perícia. Eles reafirmam tudo o que já disseram. Efetuaram disparos contra  bandidos e só tomaram ciencia da criança quando continuaram prosseguindo".


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