Por daniela.lima

Rio - A falta de dinheiro afeta algumas das principais iniciativas do governo estadual na área da saúde. Em abril foi fechado o Centro de Trauma do Idoso (CETI), aberto em 2012 graças a um convênio com o Hospital São Francisco de Assis, na Tijuca.

O número de exames no Rio Imagem, no Centro, caiu: em novembro de 2014 foram 22.804; em abril, 18.605. Há falta de insumos e de pessoal; um PET Scan, aparelho de última geração para exames de imagem, espera há um ano para ser montado. 

‘Descentralizado’
A Secretaria de Saúde diz que o atendimento aos idosos foi “descentralizado e ampliado” para seis hospitais. Ao ser criado, há apenas dois anos e seis meses, o CETI tinha o objetivo oposto: o governo queria diminuir o tempo de realização de cirurgias, já que os pacientes deixariam de disputar vagas com outros que chegam às emergências dos hospitais gerais.

Agilidade
No CETI, a espera por operações caiu de 30/40 dias para até 72 horas, o que reduziu casos de infecções em idosos. A equipe de profissionais era de organização social ligada ao próprio hospital.

Segundo semestre
Segundo o governo, o trabalho no Rio Imagem está normal. Diz que a sala que abrigará o PET Scan ficará pronta no segundo semestre.

Menos obras...
E tome falta de grana. A prefeitura suspendeu o prazo para realização de novas obras em encostas, inclusive em algumas que abrigam favelas. Vai esperar a “normalização do fluxo de recursos”.

...mais ondas
Apesar do aperto, a ASP South America Participações e Eventos recebeu R$ 5 milhões da Riotur para organizar etapa do mundial de surfe na Barra.

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