Por adriano.araujo

Rio - O resultado do laudo da perícia que apura as causas do incêndio que destruiu cinco lojas na Saara e causou prejuízo aos comerciantes deve ficar pronto em 30 dias. De acordo com a 4ª DP (Praça da República), que investiga as circunstâncias das chamas que parou o comércio no entorno, os proprietários das lojas já foram intimados a prestarem depoimento.

A perícia foi realizada na manhã desta sexta-feira pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Homens do quartel Central do Corpo de Bombeiros ainda atuam no local do incêndio. De acordo com a assessoria de imprensa da corporação, o trabalho está na fase de rescaldo. Explosões foram ouvidas no local, provocadas por materiais inflamáveis ainda presentes nos escombros. Uma equipe da Defesa Civil municipal está no local e acompanha as atividades dos militares.

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Perícia em escombros de incêndio na Saara foi realizada e resultado sairá em 30 diasDaniel Castelo Branco / Agência O Dia

Segundo a Defesa Civil, os cinco imóveis atingidos pelo incêndio, que teve início na Rua da Alfândega nesta quinta-feira, seguem interditados. Eles só serão liberados após a realização das obras necessárias. Trechos do imóvel 327 foi demolido, nesta madrugada, após desabamento parcial.

Ainda de acordo com o órgão, após a conclusão do rescaldo e a liberação da área pelo Corpo de Bombeiros, serão instalados tapumes na fachada dos imóveis para prevenir quedas de reboco sobre a calçada e garantir a segurança dos pedestres.

Lojas ficaram completamente destruídas após incêndio desta quinta-feiraDaniel Castelo Branco / Agência O Dia

Devido ao incêndio, foram interditados na Rua da Alfândega, nesta quinta-feira, o imóvel 325, que sofreu desabamento total; o 327, que sofreu desabamento parcial; e o 329 que teve desabamento interno. Na Rua Senhor dos Passos, o imóvel 240, que teve desabamento do telhado, e o imóvel 238, que teve a parte elétrica atingida pela água, também foram interditados.

Equipes da Comlurb, da Rioluz e da Coordenadoria de Operações Especiais da Seconserva deram apoio à operação de demolição e retirada dos entulhos.

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