Sala da Defensoria Pública é invadida

Dinheiro foi furtado do anexo, no Centro. Outros órgãos no prédio sofreram arrombamento e gavetas foram reviradas

Por O Dia

Rio - Próximo a imponentes endereços da Justiça e das Forças Armadas, o número 271 da Avenida Marechal Câmara, no Centro do Rio, foi alvo de bandidos, provavelmente, durante o final de semana. Pela manhã desta segunda-feira, quando chegavam para trabalhar, funcionários de alguns andares encontraram portas arrombadas, entre elas as de salas anexas do Ministério Público e da Defensoria Pública, de onde, inclusive, foi furtada uma pequena quantia em dinheiro.

Segundo proprietários do edifício Athenas, os criminosos reviraram gavetas de salas do 6º e 10º andares. A suspeita é de que os bandidos estivessem em busca de valores em dinheiro guardados em alguns dos escritórios particulares.

No entorno do edifício estão situadas as sedes do Ministério Público, da Defensoria Pública, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e de departamentos militares. Segundo pessoas que trabalham no prédio, a ação causou espanto, já que a região conta com vigilância reforçada dos endereços vizinhos.

Edifício é cercado de órgãos públicos%2C que têm segurança reforçadaAndré Mourão / Agência O Dia

Antes mesmo que os funcionários entrassem nos departamentos invadidos, policiais foram chamados e isolaram a área. De acordo com informações da 5ª DP (Mem de Sá), responsável pela apuração do fato, as investigações estão em andamento para descobrir as circunstâncias do crime. Ontem mesmo, agentes realizaram perícia no local e testemunhas foram ouvidas na DP. Os policiais também realizaram diligências em busca de imagens de câmeras de segurança que tenham registrado a ação dos criminosos.

Procurada, a assessoria de imprensa da Defensoria Pública confirmou o furto. No entanto, informou que qualquer pronunciamento só seria feito depois do fim das investigações.

O Ministério Público também confirmou o arrombamento da sala do Grupo de Apoio Técnico Especializado, no 10º andar do prédio. Contudo, apesar de gavetas e armários revirados, e documentos espalhados pelo chão, nada teria sido levado. A polícia ainda contabiliza os pertences furtados.

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