Estudo alerta para baixa qualidade de areia em praças e creches do Rio

Dos 13 pontos avaliados, apenas uma faixa de areia seca, na Praia Vermelha, não apresentou ameaça à saúde de crianças

Por paloma.savedra

Rio - Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) analisou a qualidade da areia de pracinhas e creches municipais das zonas Norte, Sul e Oeste do Rio. Dos 13 pontos avaliados, apenas uma faixa de areia seca, na Praia Vermelha, não apresentou ameaça à saúde de crianças, que brincam diariamente em locais como este.

Encomendado pela comissão do Cumpra-se!, da Alerj, o resultado do estudo foi apresentado nesta sexta-feira. Um dos locais com alto índice de contaminação fica na Praça do Leme. O lugar é imundo, cheio de cachorros e mendigos que à noite transformam o locam em banheiro.

De acordo com o estudo, os resultados caracterizam uma situação de alerta à saúde dos frequentadores, sujeitas a contrair doenças como toxicoplasmose, candidíase e e asccariadise. Os sintomas variam entre dores abdominais, micoses, sapinhos e diarreias agudas.

Para tentar dar uma solução ao problema, o deputado estadual Carlos Minc (PT), que preside a Comissão do Cumpra-se!, disse que quer aprovar na Alerj, o Projeto de Lei 585/2015, que obriga o monitoramento semestral da qualidade da areia dos locais públicos destinados ao lazer e à recreação da população.

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