Por bianca.lobianco

Rio - Agentes da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital tentam identificar o homem que estaria armado dentro do bar da Rua 1, em Cosmos, na Zona Oeste do Rio, onde duas pessoas foram mortas e seis ficaram feridas na tarde de sábado. Ele teria revidado aos disparos.

Os sobreviventes serão ouvidos pela polícia, que não descarta que um racha na maior milícia do Rio possa ter causado o ataque. As vítimas fatais não tinham antecedentes criminais. “Não podemos descartar nada. Nem mesmo uma guerra entre milicianos. Como houve uma troca de tiros, queremos identificar quem estava armado no local. O fato é que os dois mortos não eram os alvos dos criminosos”, afirmou o delegado Geniton Lages.

Agentes querem saber se algum dos seis feridos possuem passagem pela polícia. “Temos que levantar o histórico de cada um e todos serão ouvidos. Em frente ao bar foram encontrados projéteis de fuzil e de três calibres diferentes de pistola”, lembrou o policial.

Ontem, familiares do porteiro Antonio Eduardo da Silva, de 54 anos, e do locutor de supermercados Célio da Silva, 59, mortos no bar, estiveram no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio, para reconhecer os corpos, mas não quiseram falar com a imprensa.

Você pode gostar