Por felipe.martins
Publicado 02/12/2015 02:28 | Atualizado 02/12/2015 02:34

Rio - A venda de direitos sobre a arrecadação de royalties, que aliviaria a situação dos cofres do governo estadual, foi abortada por conta de problemas como o deságio oferecido pelo Banco do Brasil e pela Caixa. O desconto proposto pelas instituições financeiras poderia chegar a 60%, o que diminuiria muito o valor a ser embolsado pelo governo.

Apertado pela necessidade de pagar funcionários e fornecedores, o Palácio Guanabara ainda quer retomar as negociações, que injetariam cerca de R$ 1,5 bilhão em seu caixa. 

Variáveis

Uma dificuldade para o acordo tem sido prever variáveis como o resultado da ação judicial que questiona a redivisão dos royalties do petróleo. Caso o Estado do Rio seja derrotado, o BB e a Caixa levariam muitos anos para poder receber seus créditos — o deságio de 60% seria uma forma de as instituições evitarem prejuízo.

Cofre cheio

Já Eduardo Paes demonstra não estar muito preocupado com os riscos de um calote do governo federal, que banca parte das obras ligadas à Olimpíada. “Nossas contas estão arrumadas. Se eles falharem, eu cubro”, diz.

Visita às bases

Alessandro Molon (Rede) começou sua pré-campanha para a prefeitura. Segunda, reuniu-se, em Ipanema, com um grupo de 90 pessoas, entre eles, o ator Marcos Palmeira.

Banco de reservas

Ala do PSB ligada a movimentos sociais e sindicais pedirá o afastamento de Romário da presidência do PSB-RJ até que ele esclareça suspeitas que envolvem conta na Suíça.

Ato contra milícias

Foi marcada para hoje, às 10h, em Seropédica, uma manifestação contra a opressão das milícias. O Viva Rio diz que o ato terá proteção da polícia.

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