Ligação de Dilma para presidente da Petrobras deve amenizar caos na saúde

No dia seguinte, o governador almoçou com o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Moreira, e fechou a proposta

Por O Dia

Rio - Uma ligação de Dilma Rousseff para o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, deu início ao acordo que deverá amenizar o caos na rede de atendimento à saúde do estado. A presidente resolveu intervir no caso na quinta-feira, logo depois de ouvir de Pezão que o governo não tinha dinheiro para quitar dívidas com organizações sociais (OSs) que administram hospitais e UPAs.

No dia seguinte, o governador almoçou com o diretor financeiro da Petrobras, Ivan Moreira, e fechou a proposta, revelada ontem, pelo Informe, no DIA Online. 

A transação
Pelo previsto, a Petrobras repassará cerca de R$ 700 milhões ao governo: a grana é referente a dívidas com o estado que a empresa contesta na Justiça. Caso vença o processo, a estatal abaterá o valor no ICMS. Ontem, a Assembleia Legislativa aprovou projeto que permite o acordo e que será sancionado hoje.

Reunião
Para tentar evitar o agravamento da crise, o governador se reuniu com representantes de OSs e citou que a transação com a Petrobras iria ser aprovada. À noite, Pezão disse que seu principal desafio seria vencer a burocracia.

Apoio a Temer
No jantar com Michel Temer, Sérgio Cabral se dispôs a ser o primeiro peemedebista a assinar manifesto favorável à sua reeleição à presidência do partido. Tentou, com o gesto, mostrar que não almeja o comando do PMDB. No encontro, antecipado pelo Informe, também estiveram Pezão, Eduardo Paes e Moreira Franco.

Prefeito sobre rodas
Paes foi à reunião de cadeira de rodas. Quebrou o pé direito em festa de confraternização, sexta, no Palácio da Cidade. Ele diz que virou cliente da ortopedia do Hospital Miguel Couto: já havia quebrado o cotovelo ao cair de bicicleta e machucara a bacia ao tentar brincar com um skate no Parque Madureira. “Tem uma enfermeira que está cheia de selfies comigo”, afirma.

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