Por marlos.mendes

Rio - No Hospital Mario Kroeff, unidade filantrópica, especializada em atendimento oncológico, que recebe recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), a situação é muito crítica. Eles estão há dois meses com salários atrasados. Segundo uma técnica em enfermagem que trabalha no local, pacientes que fazem radioterapia e quimioterapia tiveram as sessões canceladas por falta de medicamento. “Os pacientes tiveram as sessões de quimio e rádio desmarcadas. É um absurdo, o câncer é uma doença grave, pessoas podem morrer pela falta deste tratamento”,afirma. No Rocha Faria, em Campo Grande, funcionários protestaram em frente à unidade.

A Secretaria Estadual de Saúde negou que materiais deixaram de ser fornecidos para a UPA de São Gonçalo, na Região Metropolitana, para economizar para a Olimpíada de 2016. O bloqueio dos insumos foi revelado em documentos obtidos pela CBN. Em maio, o Instituto dos Lagos Rio, organização social que opera a UPA do bairro Jardim Catarina, solicitou à secretaria oito reanimadores ambulatoriais adultos, usados em pacientes com problemas respiratórios. O pedido não foi atendido.

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