Por paulo.gomes

Rio - Filha de franceses, nascida no Marrocos, antropóloga, Gisèle Cossard Binon conheceu o Brasil na década de 1960, acompannhando a viagem do marido, um diplomata. Aqui, apaixonou-se pelo candomblé e acabou entrando para a religião. Largou tudo para tornar-se mãe de santo e assumiu o nome africano de Omindarewa. Aos 92 anos, ela morreu nesta quinta-feira, vítima de câncer.

Seu terreiro, localizado em Santa Cruz da Serra, na Baixada Fluminense, tornou-se ponto de atração de estudiosos do mundo todo. Era reconhecida pela forma doce como orientava os adeptos. Ela lutava contra a doença há cinco anos.

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