Por rafael.souza

Rio - Na próxima semana a Polícia Civil deverá fazer uma acareação entre o marido da modelo Raquel Santos -- que morreu no último dia 11 -- , o empresário Gilberto de Azevedo, e o médico Wagner Moraes. Além deles, duas enfermeiras que trabalhavam na clínica de Wagner, em São Francisco, Zona Sul de Niterói, também deverão ser acareadas.

Raquel Santos morreu, na noite do último dia 11, após procedimento estéticoReprodução Facebook

O objetivo, de acordo com o delegado Mário Lamblet, titular da  79ª DP (Jurujuba), é esclarecer as contradições encontradas no depoimento do viúvo e do médico. Em declaração Azevedo afirmou que sua mulher estava desacordada, quando foi levada para o Hospital de Icaraí, versão que foi ratificada por imagens do circuito interno da unidade médica. Já Moraes afirma que Raquel deu entrada viva e ainda falando no hospital Icaraí. 

Lamblet espera a chegada de dois laudos para concluir o inquérito, o que deve ocorrer também até o fim da próxima semana. Um deles, o de necrópsia, com informações laboratoriais. O resultado vai mostrar se as substâncias recebidas pela modelo, durante o procedimento estético na clínica contribuíram ou não para a morte da modelo.  

A Polícia Civil informou que a modelo, que foi musa do "Gata da Hora", do jornal Meia Hora, fez diversos procedimentos estéticos, entre os dias 4 e 11 de janeiro, dia de sua morte. Ainda de acordo com a polícia, três dias antes do procedimento estético, feito na clínica de Wagner Moraes, Raquel injetou um anabolizante de uso de cavalo, para aumentar a massa muscular, nas pernas. 

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