Por gabriela.mattos
Rio - Apesar da confortável maioria que tem na Assembleia Legislativa, não vai ser fácil para Pezão fazer com que sejam aprovadas as medidas que integram a Lei de Responsabilidade Fiscal do Estado. O prestígio do governador anda em baixa até entre aliados.
Um dos principais problemas do pacote é a proposta de aumento da contribuição previdenciária por parte do Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas: a medida faria com que quase todos atingissem o limite da Lei de Responsabilidade Fiscal.
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Imposição
Presidentes de poderes e órgãos reclamam que as medidas não foram negociadas, mas impostas pelo governo.
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Cadê a conta?
Presidente da Alerj, Jorge Picciani (PMDB) disse à deputada Tia Ju (PRB) que os projetos que extinguem empresas e autarquias só serão votados depois de o governo definir o tamanho da economia que pretende alcançar com as medidas.
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A bola é do governo
Reunida logo após o discurso de Dilma Rousseff no Congresso, a bancada do PSDB decidiu aceitar discutir a reforma da Previdência. Mas, antes, quer que a presidência defina um projeto e que a base governista tope apoiá-lo.
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Fim das charretes
Secretário de Coordenação de Governo, Pedro Paulo Teixeira prometeu à promotora Christiane Monnerat que, nos próximos dias, substituirá os 37 cavalos de Paquetá por carrinhos como os usados em campos de golfe.
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Alerta no avião
Um carioca que veio de Paris pela Air France ficou assustado com um comunicado, feito pouco antes do pouso, que tratava do zika e de medidas de prevenção. Deu vontade de não desembarcar.