Por gabriela.mattos

Rio - Muita gente no Palácio Guanabara já admite que Carlos Roberto Osorio, secretário de Transportes, deixará o cargo e o PMDB para ser candidato a prefeito do Rio pelo PSDB. No início da semana, ele se reuniu com os senadores tucanos Aécio Neves (MG), Tasso Jereissati (CE) e Aloysio Nunes Ferreira (SP). O deputado federal Otavio Leite (RJ) também participou da conversa.

Peemedebistas, porém, apostam que o ex-governador Sérgio Cabral ainda convencerá Osorio a não deixar o partido.

Dificuldades

Na reunião, o secretário de Transportes evitou adiantar seus próximos passos, mas confirmou que tem muitas dificuldades em seu partido — ele foi eleito deputado estadual pelo PMDB.

Inquérito

Apesar do empenho de Sérgio Cabral (que, pelo visto, virou apagador de incêndios), até peemedebistas acham que Luiz Fux, do STF, teria dificuldades para justificar a não abertura de inquérito contra Pedro Paulo Teixeira, acusado de agredir a ex-mulher. Afinal, não houve uma denúncia, apenas um pedido de investigação.

Ex-procurador

Pedro Paulo contratou Aristides Junqueira Alvarenga, ex-procurador-geral da República, para defendê-lo no Supremo.

FHC voltou atrás

Em 2011, ao saber que, segundo um exame de DNA, não era o pai de Tomás, filho da jornalista Mirian Dutra, Fernando Henrique Cardoso afirmou que o fato não mudaria em nada sua relação com o jovem. Mas não foi bem assim: pressionado pelos filhos de seu casamento com Ruth Cardoso, FHC voltou atrás no reconhecimento da paternidade de Tomás, que fizera dois anos antes.

Novo bloco

A agressão de guardas municipais a integrantes do Tecnobloco gerou uma nova agremiação. O Bloco dos Agredidos sai amanhã, às 16h, na Praça Mauá.

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