Por cadu.bruno

Rio - Deputados federais do PSDB não gostaram nem um pouco de ouvir o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmar que não descarta adotar a CPMF. Ele declarou que o governo não vai retirar do Congresso o projeto enviado por Dilma Rousseff que recria o imposto do cheque. Ontem, em conversas no grupo de Whats-App que reúne os integrantes da bancada, parlamentares tucanos deixaram claro que não estão dispostos a pagar o pato — disseram que votarão contra a proposta.

Lá veio o pato

A crítica a novos impostos foi um dos motes da campanha pelo impeachment. A Federação das Indústrias de São Paulo chegou a adotar aquele pato inflável como símbolo à rejeição a mais tributos.

A sexta 13 de Temer

O dia foi duro para Michel Temer. O aliado Paulinho da Força (SDD-SP) criticou mudanças na aposentadoria, o Ministério das Relações Exteriores reclamou de países que criticaram a deposição de Dilma.

Vaias e pílula

Teve mais: ministro da Educação, Mendonça Filho foi vaiado e chamado de golpista por funcionários do extinto Ministério da Cultura. E o ministro da Saúde, Ricardo Barros, ao falar da “pílula do câncer”, criticada por cientistas, afirmou que a fé “move montanhas”.

Medo do COI

A reação negativa de alguns governos e de importantes jornais estrangeiros ao impeachment preocupa o Comitê Olímpico Internacional. Há o temor de que chefes de estado desistam de vir à Olimpíada.

Amigo urso

O deputado Chico Alencar rebate a crítica do PT, que reclamou da resistência do Psol em fazer aliança para a disputa da prefeitura. Isto revelaria um “medo” do Psol de ganhar a eleição. “Acordo com o PT pode ser caminho para perder eleição. Mas topamos discutir em termos programáticos e éticos, temas que o PT andou alargando demais”, diz.

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