Por bianca.lobianco

Rio - Alguns integrantes da Rede Sustentabilidade estão preocupados com arroubos de Marina Silva. A decisão da ex-senadora de defender o impeachment às vésperas da votação na Câmara dos Deputados surpreendeu todo mundo — até então, ela se dizia contra o afastamento da presidente e insistia apenas na anulação da chapa Dilma-Temer e na realização de novas eleições.

Um aliado ironiza. Afirma que, na Rede, busca-se o consenso. Mas, enquanto a decisão coletiva não vem, vale o que Marina falar.

Dois pra lá, dois pra cá
A falta de unidade do partido ficou evidente na votação do impedimento de Dilma: dois deputados foram contra; dois, a favor.

O favorito
O deputado Baleia Rossi (SP) foi indicado por Michel Temer para substituir Leonardo Picciani na liderança do PMDB na Câmara. Não deverá ter dificuldade para derrotar o outro candidato, Leonardo Quintão (MG).

Fraude punida
O governo do estado demitiu três servidores da Secretaria de Fazenda: um auditor fiscal da receita e dois agentes fazendários. Descobriu que eles recebiam propina de proprietários de automóveis para fraudar guias do IPVA — a alíquota do imposto caía de 2% para 0,5%.

Não à vaga
A deputada estadual Martha Rocha (PDT) tem dito a amigos que não aceita ser candidata a vice na chapa de Pedro Paulo Teixeira à prefeitura. O PMDB quer que a vaga, prometida ao PDT depois da desistência de Rafael Picciani, seja entregue a uma mulher.

Na defesa
Como político, Romário joga mais na defesa do que no ataque. Em conversas com outros parlamentares, diz que ainda não decidiu se será candidato à sucessão de Eduardo Paes.

Conselheiros
Governador em exercício e ex-ministro da Fazenda, Francisco Dornelles tem se reunido com economistas da Fundação Getúlio Vargas — é um dos vice-presidentes da instituição. Seu interlocutor favorito é José Roberto Afonso.

Sem licitação
A prefeitura contratou a Masan, por R$ 653 mil e sem licitação, para cuidar da recepção de dois prédios no Centro. A Secretaria de Obras diz que a contratação foi feita em caráter emergencial porque a licitação fora contestada pelo Tribunal de Contas do Município. O TCM já apontou irregularidades em outros contratos entre a prefeitura e a empresa.

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