Por nara.boechat
Rio -  Maior centro de pesquisas da bebida na América Latina, o Museu da Cerveja, em Petrópolis, criado pela Bohemia, a mais antiga cervejaria do país, acaba de completar um ano. Graças ao sucesso de público — 50 mil visitantes nos últimos 12 meses, uma média de 140 por dia —, o museu anuncia sua expansão. Até o fim do ano, o complexo de 7 mil m², distribuídos em quatro andares, vai ganhar casa de shows e um mega-restaurante.
Márcio e Nely fazem o ritual da degustação do chope%2C que não é vendido em bares e é servido exclusivamente para os visitantesPaulo Alvadia / Agência O Dia
Segundo o diretor-operacional da cervejaria, Gilmar Carvalho, a expectativa é de que o público dobre até dezembro: “Vamos ter muitas surpresas pela frente”. A expansão deve gerar ainda mais empregos na cidade, onde mora a maioria dos cerca de 200 funcionários.
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O Museu da Cerveja fascina os turistas por estar localizado nas instalações da primeira cervejaria do Brasil, datada de 1853, e por apresentar aos visitantes, de forma interativa e lúdica, história, ritos, mitos e curiosidades sobre o ‘ouro líquido’. “Estamos maravilhados. Tudo aqui é gigantesco e rico em conhecimento”, resumiu o engenheiro carioca Márcio Francisco, de 55 anos, que na quarta-feira visitou o espaço com a artista plástica Nely Amorim, 57. “O melhor é o ritual da degustação do chope, que só é servido lá”, diz ela.
O Departamento de Marketing da Bohemia informa que as curiosidades e objetos antigos que contam como começou a fabricação da cerveja são os principais atrativos. Hoje, o O museu é um dos pontos turísticos mais visitados de Petrópolis, reunindo um missto de aprendizado e entretenimento.
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Segredos que vêm de 1853
O passeio pelos mais de 20 ambientes do museu dura duas horas. Na entrada, uma surpresa: projeção faz com que o chão simule um rio da bebida, que parece também descer em cascatas pelas paredes. Depois, os visitantes se deliciam com painéis que mostram as raízes da ‘paixão nacional’, como os primeiros rótulos, enormes tinas de cobre da década de 20, além da reprodução da sala do imigrante alemão Henrique Kremer, que fundou a Bohemia, em 1853.
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No roteiro, estão incluídas visitas às salas do mestre cervejeiro, onde parte dos segredos da fórmula da Bohemia é compartilhada.
O museu funciona de quarta a sexta, das 11h às 18h. Aos sábados, domingos e feriados, abre das 11h às 20h. Preços: R$ 19,50 inteira e R$ 9,50 meia (para estudantes e idosos).
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