Por adriano.araujo

Rio - Um novo vazamento na adutora da Cedae na Estrada do Mendanha, em Campo Grande, por volta das 21h deste sábado, provocou pânico entre os moradores que há pouco mais de três meses viveram momentos de terror com o rompimento de equipamento da concessionária no local. Na ocasião, uma criança de três anos morreu, 17 pessoas ficaram feridas e 20 casa foram destruídas. O trânsito teve que ser desviado para a Estrada Sete Riacho.

Ruas de Campo Grande ficam alagadas após vazamento de adutora Reprodução

Desta vez ninguém se feriu, mas um grande bolsão d'água, na altura do número 4.500 da estrada, interditou a passagem de veículos. Segundo a Cedae, havia um vazamento encoberto desde a conclusão das obras de reparo do rompimento anterior, ocorrido dia 30 de julho. A concessionária informou ainda, em nota, que o grande volume d'água despejado de uma só vez na Estrada do Mendanha assustou os moradores. Eles temiam nova tragédia, em função do acúmulo de água que desceu quando um maquinário da Cedae removeu a terra que retia o vazamento.

O eletricista Ricardo Cunha, 34 anos, que mora na localidade, disse que muitos moradores ficaram temerosos. “Muita gente aqui da localidade ficou desesperada achando que aquela tragédia estava acontecendo novamente. O medo tomou conta de todos nós”, relata.

Tubulação da Cedae rompe em Ipanema

Uma tubulação da Cedae na Rua Barão da Torre, na altura do edifício de número 260, em Ipanema, se rompeu na tarde deste sábado inundando boa parte da rua. Segundo a Cedae, um cano de 300 milímetros de diâmetro foi atingido por maquinários das obras da Linha 4 do Metrô.

O abastecimento de água em quase todo o bairro precisou ser interrompido para o que técnicos pudessem fazer o reparo no encanamento. Agora à noite, a Cedae garantiu que não faltará água, mas solicitou aos moradores da região que façam um uso racional da água até a manhã de domingo, quando o conserto deve ser finalizado e o abastecimento, normalizado.

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