Funcionários das obras da Linha 4 do metrô protestam no Leblon

Grupo de manifestantes percorreu as ruas do bairro e complicou o trânsito na região

Por O Dia

Rio - Funcionários em greve das obras da linha 4 do metrô realizaram uma manifestação na manhã desta terça-feira no Leblon, Zona Sul da cidade. O protesto causou complicações no trânsito da região percorrendo as avenidas Afrânio de Melo Franco, Bartolomeu Mitre e Rua Humberto de Campos.

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A categoria está em greve e reivindica pagamento de 100% sobre as horas extras, aumento da cesta básica de R$ 230 para R$ 300 a partir da data-base de 1º de fevereiro e 10% de aumento nos salários. Já os patrões querem pagar 9% de reajuste e cesta básica de R$ 250.

Operários das obras da linha 4 do metrô protestam no LeblonAlessandro Buzas / Agência O Dia

Operários voltam a ocupar Avenida Abelardo Bueno, na Barra

Um novo protesto de operários voltou a interditar a Avenida Embaixador Abelardo Bueno, na altura das obras do parque olímpico, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, na manhã desta terça-feira. A manifestação é realizada por funcionários das obras do parque olímpico. O trânsito é complicado na região.

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Os manifestantes caminharam na pista lateral no sentido Linha Amarela. Logo depois, eles fizeram o retorno pela Estrada Coronel Pedro Correia e acessaram a pista sentido Recreio, que foi interditada. Pelo menos 200 pessoas participam do ato com faixas e cartazes, além de um carro de som. Quem segue para a Linha Amarela deve optar pela Avenida Salvador Allende e Estrada dos Bandeirantes, via Cidade de Deus. Agentes da CET-Rio orientaram o tráfego na região.

Por conta da interdição parcial da Avenida Embaixador Abelardo Bueno, na altura do autódromo, o trânsito está lento na via, sentido Avenida Ayrton Senna, a partir da Avenida Salvador Allende.

Ontem, a via chegou a ficar interditada por 40 minutos nos dois sentidos, provocando transtornos no trânsito da região. A categoria exige pagamento de 100% sobre as horas extras, aumento da cesta básica de R$ 230 para R$ 300 a partir da data-base de 1º de fevereiro e 10% de aumento nos salários. Já os patrões querem pagar 9% de reajuste e cesta básica de R$ 250.

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