Por helio.almeida

Rio - Era uma vez um garoto de origem libanesa, que amava os crepes e o astral do Chez Michou, casa pioneira do agito na Rua das Pedras, em Búzios. A França falou mais alto, e a chapa esquentou em pequena casa de quatro mesas. Um pouco de farinha e alguns ovos misturados ao leite, e a festa começava em Nova Iguaçu.

Quase uma década depois, o Crepeloco é um restaurante de 120 lugares, com 34 sabores salgados e 13 doces, inúmeros complementos para os crepes e um esquema de almoço executivo recém-inaugurado que faz homenagem à família de Assad Claude Bachour: entre as opções de grelhados, a kafta é receita materna.

Crepe de chocolate com morangoDivulgação

Está entre os itens combinados com acompanhamentos e molhos a R$ 16,90. E pode vir, por exemplo, com arroz de lentilha, legumes ao vapor e molho de mostarda.

Para se entregar à especialidade local, a dica é separar a terça e a quinta-feira para os crepes. É quando o rodízio entra em cena, servido das 18h às 23h, por R$ 24,90.

São minicrepes que chegam à mesa em dupla, de acordo com a encomenda do freguês, e dá para conhecer grande parte do cardápio. De preferência, com potinhos de manteiga aromática de salsa, alho e ervas, que derrete por cima da massa quente.

Com a chegada da primavera, vale a aposta em versões como o Tropical, que combina frango, queijo, abacaxi e banana. Ou quem sabe o Crepeloco, onde o cliente escolhe cinco sabores.

Se quiser, deixa nas mãos do crepeiro, que lança: frango, catupiry, carne seca, tomate e cebola. Na versão doce, vem com banana, maçã, abacaxi e sorvete de creme. Ainda na sobremesa, o chocolate com fatias de morango fresco é um clássico.

A casa da Avenida Doutor Mário Guimarães (2667-2007) trabalha com 150 litros de massa de crepe por semana. O segredo é bater os ingredientes de forma a deixá-la bem lisa e homogênea. E dar asas à imaginação.

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