Por nara.boechat

Rio - A Prefeitura de Volta Redonda fechou, no início de dezembro, um acordo com a empresa Terranobre Empreendimentos Imobiliários – parceira da incorporadora Alphaville em um empreendimento na cidade – para adquirir, através de doação, 37 próteses ortopédicas de quadril, joelho e ombro, que serão destinadas a pacientes entre 50 e 80 anos. As cirurgias para colocar as próteses serão feitas no Hospital São João Batista (HSJB), unidade referência em cirurgia ortopédica na região Sul Fluminense.

A doação foi formalizada após uma reunião no gabinete do prefeito Antonio Francisco Neto com representantes da Terranobre e da empresa Imact, fornecedora das próteses após vencer a licitação para a compra do material, além do diretor-geral do Serviço Autônomo Hospitalar (SAH), que também administra o HSJB, Sebastião Faria.

Prefeito de Volta Redonda%2C Neto se reúne com representantes da empresa que fará a doação ao municípioDivulgação

“Houve uma licitação para a compra do material, totalizando R$ 700 mil, para adquirirmos 50 próteses. Mas nós fomos negociar com a empresa vencedora, falamos que íamos pagar à vista e conseguimos um desconto, baixando o valor para R$ 450 mil, além da doação de 10 próteses de joelho pela empresa vencedora. Então nós fomos buscar parceiros para adquirir essas próteses, todas importadas, uma vez que o SUS só cobre próteses nacionais, que não são as preferidas pelos médicos, por causa de problemas de rejeição. Esse gesto vai mudar a vida de muitas pessoas, agradeço muito pelo apoio”, declarou Neto.

Início do ano com vida nova
Publicidade
O diretor-geral do SAH disse que os preparativos para as cirurgias serão iniciados imediatamente, mas por conta do fim do ano, com um já esperado aumento no atendimento aos acidentados, a expectativa é de que as operações comecem no início de 2014.
“As cirurgias de quadril, por exemplo, são bastante agressivas e todos os pacientes necessitam da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) no pós-operatório. Como já esperamos aumento no número de acidentes nessa época, priorizamos o atendimento da emergência”, explicou Faria. De acordo com ele, muitos dos pacientes que esperam a prótese estão acamados.
Você pode gostar