Por vinicius.amparo

Rio - O mês de outubro se encerra com uma importante marca: 25 milhões de atendimentos realizados nas Unidades de Pronto-Atendimento 24 horas (UPAs), em todo o Estado do Rio de Janeiro. Unidade que objetiva desafogar as unidades de urgência e emergência otimiza também o atendimento de casos de baixa e média complexidades. Ao todo já foram feitos mais de 21 milhões de exames, mais de 1 milhão de atendimentos odontológicos e distribuíram cerca de 172 milhões de medicamentos.

Além de liderar o ranking nacional, o Rio de Janeiro é o único estado da Região Sudeste a administrar Unidades de Pronto-Atendimento 24 horas (UPAs). Do total de 57 existentes no estado, 29 são de administração própria — o que equivale a 36% das UPAs de gestão estadual do país —. Os dados são do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), do Ministério da Saúde, que posiciona em segundo lugar o estado de Pernambuco, com apenas 14 unidades.

O quantitativo de atendimentos confirma a relevância da atuação das UPAs no estado do Rio de Janeiro. Em 2006, antes da existência deste modelo de unidade de saúde, as emergências dos hospitais fizeram 945 mil atendimentos, o equivalente a 2,5 mil por dia. Em 2013, os hospitais e as UPAs fizeram, juntos, 5,65 milhões de atendimentos, o que resulta na média de 15 mil atendimentos por dia; cinco vezes a mais que em 2006.

Atendendo a população de diferentes municípios, as UPAs têm alto índice de resolutividade; em menos de 1% dos casos o paciente precisou ser transferido. Desde a inauguração da primeira UPA, na Maré, em maio de 2007, o formato tem sido replicado por outros estado, inclusive, outros países.

O que tem na UPA? - Dentro dos serviços disponíveis nas UPAs estão as especialidades de clínica médica e pediatria, odontologia, exames laboratoriais e de raio-x, sutura, gesso, medicação e nebulização. Importante lembrar que nenhuma UPA oferece a especialidade de ortopedia. Portanto, se este for o caso, o paciente deve procurar um hospital-geral.

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