Resende cobra solução para problemas de desabastecimento de vacinas

Foram enviados pela administração pública, ofícios aos governos federal e estadual

Por O Dia

Rio - O desabastecimento de vacinas registrado em unidades de saúde espalhadas por todo o país preocupa chegou a Resende, no Sul Fluminense. Em razão disso, o prefeito da cidade busca uma solução para o problema, junto ao Ministério da Saúde e à Secretaria de Estado de Saúde. “Através de ofícios, temos solicitado aos governos federal e estadual que adotem medidas administrativas e técnicas para regularizar a situação, pelo menos no caso das vacinas consideradas essenciais para a população, como a BCG (que combate à tuberculose), e a pneumocócica (contra pneumonia, meningite e outras doenças), ambas zeradas em nossos estoques”, comentou José Rechuan.

De acordo com a enfermeira chefe do Centro Municipal de Imunização, Maria Regina de Paula, também encontram-se zerados em Resende os estoques da vacina tetraviral (contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela). Outras vacinas como antirrábica, hepatite, antitetânica, além da Vacina Inativada Poliomielite (VIP) podem ser encontradas no município, mas em pequena quantidade.

"Desde o início do desabastecimento, temos procurado medidas paliativas para solucionar o problema, como recorrer à cidades vizinhas, em alguns casos, uma vez que o problema afeta a todos os municípios", lamentou Maria Regina, explicando que o Centro de Imunização também mantém contatos rotineiros com o Estado, na tentativa de atender pacientes que estão em fila de espera.

Em comunicado enviado à Prefeitura, no dia 13 de abril, a Coordenação Geral do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, informou apenas que: “Devido a problemas na produção de vacinas pelos laboratórios nacionais, como a BCG, as doses vêm sendo distribuídas aos estados parcialmente. E que a previsão é de que novos lotes da BCG estejam disponíveis a partir de maio”.

Últimas de _legado_O Dia no Estado