Por rosayne.macedo

Macaé (RJ) - Uma semana após serem removidos do Terminal Central de Macaé e protestarem no saguão da prefeitura, ambulantes que atuavam no local poderão retornar às atividades. Os 20 vendedores que estiverem cadastrados terão direito a comercializar suas mercadorias a partir desta quarta-feira (10), seguindo a Normativa da Coordenadoria Geral de Posturas do município.

Uma comissão formada por quatro ambulantes se reuniu nesta tarde desta terça-feira (9) com o prefeito de Macaé, Aluízio dos Santos Júnior, o Dr. Aluízio, o secretário de Fazenda, Ramires Cândido, o coordenador geral de Posturas, Paulo Ivo, o coordenador de Comércio Informal e Eventos, Rafael Bartolomeu, e vereadores.

Após várias denúncias da própria população sobre a falta de ordenamento no local e a venda irregular de produtos, a prefeitura, por meio da Secretaria de Fazenda e Ordem Pública, notificou os ambulantes que estavam em situação irregular. No dia 1º deste mês, a Guarda Municipal iniciou a retirada dos ambulantes do Terminal Central.

"Eles vão retornar nesta quarta-feira, sob orientação e padronização da Posturas e da Guarda Municipal. Só ficarão no local os ambulantes cadastrados para trabalhar no Terminal Central e que estejam cumprindo a normativa. Teremos 60 dias de experiência para avaliar o andamento da situação", informou Dr. Aluízio.

A ambulante Lidiceia Pereira, que vende geladinho e doces no local, ressaltou que todos os cadastrados estão cientes das permissões e padronização da Normativa da Coordenadoria de Posturas. "Queremos a coisa padronizada e não queremos bagunça. Todos que tem cadastro sabem o que é permitido e só querem a liberação para trabalhar", disse.

Os ambulantes Bruno de Costa, Cláudia Márcia Nascimento e Ubiratan de Souza participaram da reunião. "Atendemos uma solicitação da própria população que pedia o ordenamento no Terminal. Nesta quarta, somente os cadastrados para trabalhar no local poderão retornar a comercializar seus produtos, seguindo a Normativa. Lembrando que a autorização é pessoal e intransferível", ressaltou Paulo Ivo.


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