Arnaldo Niskier: A palavra é a memória de tudo

A memória palpita na Academia Brasileira de Educação, que pensa um Brasil grande, onde se pratica o desejo de mudança, com base na educação de qualidade

Por O Dia

Rio - Tive a honra de fazer o discurso de saudação ao professor e oftalmologista Cláudio do Carmo Chaves, que passou a ocupar a cadeira de nº 36, da Academia Brasileira de Educação, cujo patrono é Raymundo Antônio da Rocha Lima. Trata-se do nosso primeiro associado amazonense.

O professor Chaves chegou à ABE por uma cuidadosa e feliz trajetória, com especial devoção ao cultivo do magistério e da Medicina.

A Academia Brasileira de Educação, sob a competente e dedicada presidência do professor Carlos Alberto Serpa de Oliveira, que exerce essa função desde 1995, tem 41 membros e realiza notável trabalho em prol da educação nacional.

Receber em seus quadros a figura respeitável do doutor Cláudio do Carmo Chaves, graduado em licenciatura em Ciências Biológicas, em 1973, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, e em Medicina, em 1974, na Faculdade de Medicina, ambas instituições da Universidade Federal do Amazonas, é motivo de júbilo.

Trata-se de um mestre dedicado à missão de encaminhar os jovens alunos pelos rumos do conhecimento e, assim, alcançar a glória do merecido reconhecimento.

Vivemos um tempo em que a palavra é a memória de tudo. A memória palpita na Academia Brasileira de Educação, que pensa um Brasil grande, onde se pratica o desejo de mudança, com base na educação de qualidade.

A proposta de trabalho da ABE contempla o estudo de todas as questões, vitais para que se alcance o que chamamos de “uma nova educação.” 

Arnaldo Niskier é jornalista e professor

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