Rio - Caio Castro, chefe de gabinete do secretário estadual de Educação, Antônio Neto, fez um novo pedido de exoneração do cargo, após ser chamado de "fascista", na manhã desta segunda-feira, por uma professora durante uma coletiva de imprensa, no Colégio Estadual Mendes de Moraes, na Ilha do Governador, Zona Norte da cidade.
A unidade estava ocupada por um grupo de estudantes. Os alunos convocaram a entrevista para anunciar o fim do movimento que durou 56 dias naquela instituição. "Não tenho que me submeter a isso, e não sou ligado a cargos. A secretaria sempre quis negociar", disse Castro.
Ele contou que foi chamado de "fascista" por uma professora ligada ao Sindicato Estados dos Profissionais da Educação (Sepe) e que há muita gente atuando contra as negociações pela desocupação. "Vou distribuir currículo. Se souber de alguma vaga, me avisa", disse Caio Castro.
Durante a confusão, a professora, no entanto, afirmou que chamou o chefe de gabinete de machista e não de facista. "Mesmo assim eu não sou", disse Caio Castro, que deixou a escola debaixo de vaias.
Com informações da estagiária Juliana Prado