Por gabriela.mattos

Rio - Neste segundo domingo de agosto, celebramos o Dia dos Pais. Somos convidados a estar com aquele que nos proporcionou a vida e/ou nos criou, num ambiente de alegria e gratidão, como reconhecimento por tudo o que esse homem fez por nossa formação. É um dia feliz para aqueles que têm a figura paterna por perto e também uma data de muita saudade para os que a tem junto de Deus. Triste é pensar que, infelizmente, há quem trate a ocasião com indiferença por ter a sensação de ter perdido, ao longo da vida, o vínculo e a amizade com o seu progenitor...

Quem vê a alegria de um pai no dia do nascimento do seu filho não esquece aquela expressão de realização! Ninguém é capaz de descrever com perfeição qual o sentimento de um homem naquele sublime momento em que sua própria humanidade toca a divindade no seu poder criador, ao ponto de perceber que Deus o concede a graça de ser cocriador de um serzinho que carrega em si tantas características ainda misteriosas aos seus olhos e à sua razão... Apesar dos medos e da ansiedade que o desafio de cuidar de outra vida gera, cada filho que nasce é, ao mesmo tempo, pedacinho do presente e do passado de uma história entre duas pessoas e também a certeza da perpetuação daquela família ao longo do tempo, já que os genes continuarão a ser passados de geração a geração.

Muitas dificuldades se impõem à realidade paterna: os cuidados iniciais com o bebê X as poucas horas de sono, a educação continuada até a fase adulta, as despesas aumentadas a cada nova etapa da vida do filho... E tudo isso é feito com prazer e tem sentido porque sempre existiu um sentimento forte pulsando no peito de cada pai, biológico ou de coração. E é preciso que você saiba que — mesmo que o seu pai nunca tenha dito ou expressado, com abraços, beijos e colo — ele fez tudo isso por amor a você! E o lindo é que nesse homem, apesar dos muitos defeitos e erros, se reflete parte do grandioso amor de Deus Pai por você: amor incondicional, ilimitado e sincero. Feliz Dia dos Pais!

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