Por gabriela.mattos

Rio - A juíza Bianca Nigri, do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos, determinou que os medalhista de ouro da equipe do Rugby de 7, da República de Fiji, Leone Nakarawa e Semi Tani Qerelevu Kunabuki, têm que pagar R$ 1.500 cada em insumos, como tonner e cartuchos de impressoras para a Delegacia de Homicídios da Capital. Eles foram acusados de constrangimento ilegal contra uma camareira. Três camareiras estavam no local.

Segundo a promotora Carmen Eliza Bastos de Carvalho, eles estavam embriagados quando entraram em um apartamento. “Mas não chegaram a tocar na vítima. Portanto, houve a transação penal e basta que paguem o que foi estipulado para poderem deixar o país”, explicou.

Atletas presos

Durante a Olimpíada outros casos mais graves foram registrados. No dia 5, o pugilista, o marroquino Hassan Sada, foi preso suspeito de estuprar duas camareiras. O atleta negou ter cometido o crime. A polícia informou que Sada chamou as duas camareiras como se quisesse pedir informação. Quando elas entraram no quarto para ver o que ele queria, o boxeador as atacou, apalpando uma das vítimas e apertando os seios da outra.

Três dias depois, o pugilista da Namíbia Jonas Junias Jonas, de 22 anos, foi preso por suspeita de estuprar uma camareira. De acordo com a vítima, o caso envolvendo o boxeador, que foi porta-bandeira de seu país na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, ocorreu quando Jonas tentou agarrá-la e beijá-la.

Na denúncia, ela citou que o pugilista ofereceu dinheiro em troca de sexo. A vítima saiu correndo e procurou a polícia para denunciar o fato. O segurança Genival Ferreira Mendes, funcionário da empresa Gocil, que presta serviços ao Comitê Rio-2016, foi autuado em flagrante no dia 31, acusado de ter praticado ato libidinoso contra uma bombeiro civil.

Houve ainda denuncia contra atleta da delegação búlgara por agressão. O registro foi feito na 42ª DP (Recreio dos Bandeirantes).

Você pode gostar