Por gabriela.mattos

Rio - Hoje, em Brasília, Marcelo Crivella (PRB) pedirá o apoio de Aécio Neves (PSDB) e Gilberto Kassab (PSD) — presidentes nacionais de seus respectivos partidos — na disputa pela Prefeitura do Rio contra Marcelo Freixo (Psol). Para isso, aposta na boa relação com ambos: o ministro Kassab o convidou para integrar o PSD em 2013, e o tucano é seu colega de Senado.

Crivella também tentará costurar uma aliança formal com o PSC por intermédio do deputado federal Jair Bolsonaro, a quem costuma chamar de “Jair”. Filho de Bolsonaro, Flávio recebeu 14% dos votos no primeiro turno.

‘Propostas diferentes'

Carlos Osorio (PSDB), que obteve 8,62% dos votos, diz que, por ter propostas “muito diferentes das de Crivella e Freixo”, é difícil definir um apoio para o segundo turno. Afirma que conversará com lideranças do partido antes de fazer qualquer anúncio e que não assumirá secretarias ou cargos na administração municipal.

Arrependido?

Ex-PMDB, Osorio sorri e despista quando perguntado se o prefeito Eduardo Paes estaria arrependido de ter preterido a sua candidatura para bancar a de Pedro Paulo Carvalho: “Isso você tem que perguntar a ele.”

Aguardando

Já Indio da Costa (PSD), que teve 8,99% dos votos, ainda não se manifestou sobre apoios. A definição pode sair hoje. 

A todo vapor

Começaram as conversas entre interlocutores de Crivella e vereadores do PMDB — tanto com reeleitos quanto com os que não conseguiram se reeleger. O candidato também tenta se aproximar do PDT, que indicou Cidinha Campos como vice na chapa de Pedro Paulo. 

O bom filho...

Após participar dos governos do casal Garotinho e de Sérgio Cabral, no estado, e de Eduardo Paes, na prefeitura, Fernando William (PDT) retornará à Câmara Municipal após 19 anos.

Mosca na sopa

Seja Crivella ou Freixo, é bom que quem assuma o Palácio da Cidade tente trazer o pedetista para o seu lado. Na gestão de Cesar Maia, o então vereador de oposição chegou a fazer 268 requerimentos de informação à prefeitura em apenas um mês.

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