Informe: Amigos e políticos aconselham Pezão a não retornar ao cargo este ano

Fim do ciclo de quimioterapia para o combate a um linfoma afetou o coração do governador licenciado

Por O Dia

Rio - Amigos e políticos próximos a Pezão têm aconselhado o governador licenciado a não retornar ao cargo este ano — o fim do ciclo de quimioterapia para o combate a um linfoma afetou o coração do peemedebista.

“Uma coisa seria o Pezão voltar em condições normais de governo. Outra, bem diferente, é voltar em um momento turbulento como este, com corte de servidores. Como a saúde ainda não está 100%, é melhor não arriscar”, diz um integrante da alta cúpula do PMDB. O que se comenta nos bastidores, no entanto, é que o governador não vê a hora de voltar ao batente.

Visita ao cardeal

Após a polêmica envolvendo a confecção de material de campanha ao lado de Dom Orani, Marcelo Crivella (PRB) voltou a visitar o cardeal-arcebispo do Rio. Aliados do candidato garantem que no encontro, anteontem, não houve saia-justa. E que Orani ficou de pedir a outros padres o voto em Crivella.

Chapa quente

Cresce a indignação de vereadores da base com Eduardo Paes. Após a derrota de Pedro Paulo nas urnas, o prefeito segurou verba que havia prometido aos parlamentares para investimentos em seus respectivos redutos eleitorais. Como se não bastasse, os vereadores dizem que, ao lançar candidatos de sua equipe à Câmara Municipal, Paes deu um tiro duplo no pé.

Aos fatos

Isso porque, além de o prefeito não eleger os apadrinhados, os candidatos acabaram tirando votos de peemedebistas que não conseguiram se reeleger — a bancada do PMDB perdeu oito cadeiras.

Milícia no salão

Papo de uma cliente com a manicure no Centro, ontem. “O cabeça da milícia no meu bairro foi eleito. Foi uma mobilização danada. Quando chegou, avisou que não queria boca de fumo. Não respeitaram. Um dia, os vagabundos amanheceram pendurados num poste. Isso que é impor respeito.”

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