Suspeito de matar PM é preso na Cidade de Deus após denúncia

Kiko é apontado como o assassino do policial, juntamente com Enzo Henrique Salgueiro Vieira dos Santos, o 'Big Big' — ainda procurado

Por O Dia

Rio - Um dos acusados de matar o policial militar André de Jesus Silva, na Cidade de Deus, no início deste mês, foi preso na manhã desta terça-feira por agentes da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade. Carlos Henrique Estrela Aguiar, conhecido como Kiko, de 33 anos, foi encontrado após uma denúncia vinda de outra UPP, em uma região conhecida como Apartamentos. Ele foi encontrado em uma casa, com outros dois comparsas, sendo um deles menor de idade. No local foram apreendidos drogas e um rádio transmissor.

Carlos Henrique Estrela de Aguiar%2C conhecido como 'Kiko'Divulgação/Polícia Civil

O caso foi registrado na 32ª DP (Taquara). O suspeito será levado para a Divisão de Homicídios da Capital (DH), na Barra da Tijuca, onde o caso da morte do soldado Jesus foi registrado, segundo a polícia.

De acordo com o delegado Brenno Carnevale, da Delegacia de Homicídios (DH), Kiko é apontado como o assassino do policial, juntamente com Enzo Henrique Salgueiro Vieira dos Santos, o “Big Big”, que também está sendo procurado.

Segundo as investigações, a vítima e outros policiais militares estavam na localidade conhecida como "Lojinhas", na Cidade de Deus, para verificar uma informação de que homens armados estariam fazendo a segurança do chefe do tráfico da comunidade, conhecido como "Carlinhos Cocaína".

De acordo com relatos, os PMs entraram em confronto com três integrantes da quadrilha, um deles armado. Na troca de tiros, André foi atingido e levado para o Hospital Lourenço Jorge, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

O soldado estava há dois anos na corporação e era de Volta Redonda. Ele deixou mulher e um filho.

A Polícia Civil solicita que informação sobre a localização de Enzo seja comunicada pelo telefone da unidade (21) 2333-6393, ou pela Central de Atendimento ao Cidadão (CAC) pelos telefones (21) 2334-8823 ou (21) 2334-8835 ou ainda pelo Disque Denúncia 2253-1177. O chat da instituição também recebe denúncias.


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