PM faz operação nas comunidades do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo

Um homem foi preso e o pai dele também acabou detido ao tentar subornar os policiais. Grande quantidade de droga foi apreendida

Por O Dia

Rio - A Polícia Militar faz uma operação desde o começo da manhã desta segunda-feira nas comunidade do Pavão-Pavãozinho e Cantagalo, que ficam entre Copacabana e Ipanema, na Zona Sul do Rio. A ação começou por volta das 8h nas comunidades com batalhões de Choque (BPChq), do Bope e de Ações com Cães (BAC). Um homem foi preso e o pai dele, segundo a PM, também acabou detido ao tentar subornar os policiais para que o filho fosse libertado. Uma grande quantidade de drogas foi apreendida.

Policiais do BAC apreenderam 11 tabletes de maconha de aproximadamente 1 quilo e meio cada, quatro sacos com cocaína aproximadamente 200 gramas, 158 pinos de cocaína, uma bomba de fabricação caseira, 115 trouxinhas de maconha e um saco contendo 250 gramas de maconha.

Com o preso os policiais apreenderam um rádio transmissor e o artefato explosivo. De acordo com a PM, o pai do criminoso tentou subornar os policiais oferecendo R$ 500 para liberar seu filho. A operação continua nas comunidades.

Aeronave da PM sobrevoa a região desde às 8hReprodução Twitter

Ataques nas comunidade do Cantagalo e Pavão-Pavãozinho

No sábado, um PM lotado da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) foi baleado na Comunidade do Cantagalo.Segundo a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP), o militar foi ferido depois de se deparar com criminosos armados durante patrulhamento de rotina.

Na última quinta-feira, uma intensa troca de tiros assustou moradores do Pavão-Pavãozinho. Na ocasião, PMs da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Pavão-Pavãozinho/Cantagalo, faziam um patrulhamento nas proximidades da Quadra do Pavãozinho, pouco antes das 9h, quando foram atacados por criminosos. Na ação ninguém se feriu. 

Já no último dia 10 de outubro, durante uma troca de tiros na comunidade, o capitão da UPP do Pavão-Pavãozinho, Vinícius Apolinário de Oliveira, ficou ferido por estilhaços. Na ocasião, outros dois policiais do Batalhão de Choque também se feriram. Todos sem gravidade. Durante o intenso confronto, três suspeitos foram baleados e acabaram morrendo. O traficante Samuel de Freitas e Silva, conhecido como Samuca, que chefiou o ataque às UPPs da comunidade, e outras sete pessoas acabaram sendo presos. 

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