Presidente da Câmara dá duas opções a Crivella: 'Diálogo ou catástrofe'

Para presidente da Câmara Municipal, postura dos vereadores depende da 'evolução do governo e do diálogo'

Por O Dia

Rio - Presidente da Câmara Municipal e favoritíssimo à reeleição, Jorge Felippe (PMDB), que apoiou Marcelo Crivella (PRB), diz que os vereadores não devem fazer “oposição radical” ao futuro prefeito. “Tudo depende da evolução do governo e do diálogo. Onde falta diálogo, há catástrofe. É só observar o desentendimento da ex-presidente da República com o ex-presidente da Câmara dos Deputados. Temos que ver o melhor para a população”, afirma. Alianças são fundamentais para Crivella, que elegeu apenas três vereadores de seu partido.

Cargos

A Crivella, o desafio: reduzir o número de secretarias, como prometeu, e saciar o apetite de aliados.

Justiça e injustiça

Rodrigo Bethlem festeja a derrota de Eduardo Paes. “A justiça divina fala por tudo”, diz. Ignorado por Paes após denúncia de corrupção, Bethlem afirma que não assumirá cargos nem fará indicações no governo Crivella. Quer passar mais tempo com o caçula de 10 meses e “provar que foi injustiçado”.

Ninho tucano

Os nomes mais cotados do PSDB para assumir secretarias na gestão Crivella são os da vereadora Teresa Bergher e os de Aspásia, Alexandre Arraes e Eduardo Sol. Secretário por 6 anos, o deputado estadual Carlos Osorio pretende voltar as atenções para a Alerj.

Inconveniente

Aliados de Crivella dizem que Indio (PSD) tem sido “inconveniente” na busca por cargos. É cotado para as pastas de Educação, Casa Civil e Ciência e Tecnologia.

O padre Edvino Steckel entrega seu cartão a Mac Dowell, vice de Crivella, no evento de comemoração, em Bangu. Administrador dos bens da Arquidiocese em 2009, Steckel foi afastado do cargo após reportagem do DIA revelar a compra, pela Igreja Católica, de um imóvel de R$ 2,2 milhões, no Flamengo, e de carros de luxo.Paulo Capelli / Agência O Dia


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