Secretário de Segurança lamenta e diz que operação não tem prazo para acabar

Roberto Sá afirmou também que ainda não é possível apontar a causa da queda do helicóptero que matou quatro policiais na Cidade de Deus

Por O Dia

Rio - Três suspeitos foram detidos na Cidade de Deus em operação da polícia após a queda de um helicóptero da PM que matou quatro policiais. A cúpula da segurança pública se reuniu em caráter de emergência durante a madrugada no Centro de Operações do Rio. Além do secretário de Segurança do Estado, Roberto Sá, participaram os chefes da Polícia Civil, Carlos Leba, e o comandante da Polícia Militar, Wolney Dias.

Por determinação da cúpula, uma mega operação acontece desde a madrugada na comunidade, com participações de policiais do Bope, do Batalhão de Choque do 31º BPM (Barra da Tijuca), do 18º BPM (Pechincha), além de militares da UPP Cidade de Deus e agentes da Coordenadoria de Recursos Especiais da Polícia Civil (CORE).

Segundo o secretário Roberto Sá, a operação na Cidade de Deus não tem prazo determinado. O secretário afirmou que as policiais trabalham em conjunto com informações para capturar os traficantes que participaram do tiroteio.



Roberto Sá lamentou a queda do helicóptero e a morte de dois oficiais e dois praças da PM. "Nesse momento, não é possível afimar a causa da queda. Só após a perícia", afirmou.

A perícia dos destroços está sendo realizada pelo Centro de Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Fragmentos da aeronave foram coletados para análise a fim de determinar se o helicóptero foi abatido ou se houve pane.

Estavam na aeronave: o subtenente Camilo Barbosa Carvalho, de 39 anos, o capitão Willian de Freitas Schorcht, de 37 anos, o major Rogério Melo Costa, de 36 anos, e o sargento Rogério Felix Rainha, de 39 anos. 

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