Informe: Secretaria Municipal de Saúde acumula dívidas de R$ 229 milhões

Quase metade do valor é referente a pagamentos a OSs que prestam serviços em hospitais e unidades de saúde

Por O Dia

Rio - A Secretaria Municipal de Saúde acumula dívidas de R$ 229 milhões. Quase a metade do valor, R$ 110 milhões, é referente a pagamentos a Organizações Sociais (OSs) que prestam serviços em hospitais, UPAs e outras unidades de saúde. 

A prefeitura diz que os débitos ocorrem porque, no apagar das luzes da gestão anterior, houve cancelamento de empenhos nos meses de novembro e dezembro. Com isso, foi preciso abrir sindicância para poder pagar, em janeiro, despesas referentes àquele período. Não há prazo para o término desta sindicância. Para manter o funcionamento da rede e evitar greves, a prefeitura antecipou o pagamento do salário em janeiro e fará o mesmo em fevereiro: a remuneração cairá no meio deste mês, e não no início de março, como de costume.

Atravancou 

O advogado Victor Travancas, responsável pela ação no Supremo Tribunal Federal, comemora a liminar que suspendeu a nomeação do filho de Marcelo Crivella, Marcelo Hodge, para a Casa Civil: “A decisão busca pôr fim ao desejo de governantes que agem como se estivessem num regime monárquico.”

Um peso, duas medidas

Já aliados de Crivella citam casos semelhantes que não foram considerados ilegais pela Justiça. Garotinho foi secretário de Segurança de sua mulher, Rosinha, no estado, e chefe da Casa Civil na prefeitura. Em Saquarema, a prefeita Manoela Peres nomeou o marido para a Secretaria de Governo.

Olho no lance!

A Guarda Municipal passará a ter acesso ao Centro de Controle Operacional do Engenhão em dias de jogo. Um agente poderá acessar as 60 câmeras da sala de monitoramento e manusear um drone para passar informações a outros guardas. Publicada no Diário Oficial de hoje, a medida entra em vigor domingo, no jogo entre Flamengo e Botafogo. 

‘Estapafúrdia’

Ex-presidente da Assembleia Legislativa e ex-secretário de Pezão, o deputado Paulo Melo (PMDB) chama de “estapafúrdia” a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de cassar o mandato do governador. Segundo Melo, não há “nexo proval”.

Língua de Shakespeare

Sabe o rombo de R$ 18,3 bilhões que o Tribunal de Contas do Estado encontrou no Rioprevidência por conta de supostos maus negócios feitos pelo governo? Chamou a atenção da equipe técnica um contrato financeiro que, exceção, não fora traduzido do inglês para o português. De tão confuso, nem mesmo auditores fluentes em inglês conseguiram entender. Mas a assinatura de Pezão está lá.

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