Serviço de refeições a preços populares será administrado pelo Município

Restaurantes de Campo Grande, Bangu e Bonsucesso serão reabertos

Por O Dia

Rio - Três restaurantes populares fechados pelo estado no ano passado serão reabertos pela Prefeitura do Rio. No acordo assinado nesta quinta-feira, foi decidido que o serviço de refeições de Campo Grande, Bangu e Bonsucesso voltarão a funcionar. Os preços serão mantidos: R$ 0,50 pelo café da manhã e R$ 2 pelo almoço.

Restaurantes de Campo Grande, Bangu e Bonsucesso serão reabertosEstefan Radovicz / Agência O Dia

O prefeito do Rio, Marcelo Crivella, comentou a possibilidade de voltar a oferecer este serviço aos cariocas. “Retomar o restaurante popular é muito mais do que dar alimento a quem precisa. É resgatar a dignidade de cidadãos que, em silêncio, pedem ajuda. Não ter acesso ao que de mais básico necessitamos para viver beira o desumano. Por isso, mesmo neste momento de crise, não estamos medindo esforços para trazer de volta esse projeto tão importante e reafirmar que nosso compromisso é trabalhar para os que esperam do poder público. Vamos cuidar das pessoas”, afirmou.

De acordo com a prefeitura, os prédios passarão por obras de reforma e restauração para que estejam prontos a voltar a produzir alimentos, em condições sanitárias e de higiene para receber clientes. A expectativa é que sejam servidas 176 mil refeições por mês nos três endereços, entre café da manhã e almoço. A data de reabertura ainda não está definida, pois depende dos trâmites do convênio e das reformas necessárias.

Segundo o Município, a escolha dos endereços a serem reabertos levou em consideração a demanda local, a melhor disponibilidade dos refeitórios e a pouca necessidade de reformas. Os restaurantes da Central do Brasil e de Madureira, por exemplo, deixaram de ser prioritários por conta da necessidade de obras estruturais complexas.

A Prefeitura informou ainda que mantém interesse em assumir a gestão de mais alguns entre os outros cinco restaurantes populares na capital também fechados ano passado, e aguarda disponibilidade financeira no orçamento para voltar a negociar com o Governo do Estado.

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