Estado do Rio precisa de mais doadoras de leite materno

No Instituto Fernandes Figueira, há atualmente 150 doadoras ativas que atendem cerca de 80 bebês por mês

Por O Dia

Rio - Ontem foi o Dia Nacional de Doação de Leite Materno, e apesar de ser líder mundial em quantidade de bancos de leite (221) e postos de coleta (199), o Brasil ainda sofre com o baixo fornecimento do alimento fundamental para a saúde do bebê.

Luciana doa todo mês para o banco do Instituto Fernandes FigueiraDivulgação

No Rio, não é diferente. No Instituto Fernandes Figueira (IFF), há atualmente 150 doadoras ativas que atendem cerca de 80 bebês por mês.

Segundo a gerente do Banco de Leite Humano do IFF, Danielle Aparecida, o ideal seria ter 220 doadoras para que 100% das necessidades fossem atingidas. O Hospital Estadual da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, conta com apenas duas doadoras.

Doadora há um ano, Luciana D’Aulizio recebe todo mês uma equipe de coleta do IFF em sua casa. “Eles pegam os potes cheios de leite e deixam outros vazios. Independente da quantidade, não deixo de doar”, conta. A Clínica da Família Antônio Gonçalves da Silva, em Realengo, foi intitulada ‘Amiga da Amamentação’.

O leite é um alimento importante para o bebê, pois reduz em até 20% a mortalidade dos recém-nascidos. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que este seja o único alimento do bebê até os seis meses de vida e que a criança seja amamentada até os dois anos ou mais. 



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