Recompensa por informações sobre Paulinho do Fogueteiro aumenta para R$ 20 mil

Homem teria financiado pelo menos quatro dos últimos roubos de joalherias na capital fluminense

Por O Dia

Paulo César Baptista de Castro%2C o Paulinho do Fogueteiro%2C de 39 anos%2C é apontado como o chefe do tráfico de drogas do Morro do Fogueteiro e FalletDivulgação

Rio - O Portal dos Procurados aumentou de R$ 2 mil para R$ 20 mil o valor da recompensa por informações sobre a localização de Paulo César Baptista de Castro, o Paulinho do Fogueteiro ou Paulinzin, de 39 anos. O homem é apontado como chefe do tráfico de drogas do Morro do Fogueteiro e Fallet, em Santa Teresa, na Região Central do Rio.

Como mostrou O DIA nesta quarta, Paulinho teria financiado pelo menos quatro dos últimos roubos de joalherias na capital fluminense, segundo investigações da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF). A polícia acredita que ele tenha diversificado a atividade criminosa, como roubo de cargas e joalherias, por conta da ação das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs) nos morros em que ele controla o tráfico de drogas.

“As joias roubadas são derretidas para confecção de peças para os traficantes ou revendidas para comércios que aceitam esse tipo de mercadoria”, disse o delegado Hilton Alonso titular da DRF.

As investigações do Ministério Público em 2015 apontaram que o traficante recrutava os adolescentes da comunidade e os levava para trabalhar no tráfico. Ele também se destacava pela organização e também pela  quantidade de dinheiro que a venda de entorpecentes gerava mensalmente, sendo um dos maiores contribuidores da ”caixinha” do Comando Vermelho.   

Dois homens da mesma quadrilha de Paulinho já foram identificados: Leandro Gonçalves Ribeiro dos Reis, o Bizunga do Fallet, e Douglas Silva dos Santos, o Sansão. Todos da quadrilha de Paulinzinho já aparecem em outras três investigações da DRF sobre roubos a joalherias no Rio.

O Portal dos Procurados pede para quem tiver qualquer informação sobre a localização de Paulo Cesar Baptista de Castro, entre em contato pelos seguintes canais: WhatsApp ou Telegram dos Desaparecidos (21) 98849-6099; pelo Disque-Denúncia (21) 2253-1177, pelo Facebook: https://www.facebook .com/procurados.org.br/, ou pelo aplicativo do Disque Denúncia. Em todos os canais de denúncias, o anonimato é garantido. 

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