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Escola não é omissa em prática de bullying

Direito de resposta em relação a nota publicada em 13 de junho no blog Justiça & Cidadania

Por marlos.mendes

A Coluna Justiça e Cidadania divulgou em 13 de junho o processo movido em 2014 por uma ex-aluna do Instituto Padre Leonardo Carrescia, alegando ter sofrido bullying em 2008. Na primeira instância, a 32ª Vara Cível julgou improcedentes os pedidos. A autora, inconformada, recorreu arguindo erro material na decisão de primeiro grau, e a 26ª Câmara Cível decidiu por retornar os autos à fase inicial, de produção de provas. PORTANTO, A INFORMAÇÃO DE QUE A ESCOLA FOI PUNIDA NÃO PROCEDE, UMA VEZ QUE NÃO FOI CONDENADA. Cumpre esclarecer que a Instituição inclui em seu projeto pedagógico palestras e atividades de conscientização e combate ao bullying, de princípios éticos e morais, a fim de ensinar seus alunos o respeito ao próximo. Qualquer mau comportamento é punido com as sanções cabíveis.

Ainda, em resposta ao não envio de uma nota de esclarecimento à colunista, a Dra. Eliza Henriques, advogada associada do escritório que patrocina o Instituto Padre Leonardo Carrescia, esclareceu que a assessoria jurídica, em observância ao artigo 3º da Lei 13.188/2015, decidiu apresentar o direito de resposta de seu cliente através de correspondência com aviso de recebimento.

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